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Como a Formação acontece

Uma mesma questão pode encontrar diferentes formas de encontro.

Quando a dor se transforma em dívida

Quando alguém sofre, como podemos acolher sua dor sem transformar o passado em uma dívida permanente para o presente e para todos ao redor?

Esta formação propõe uma reflexão sobre como experiências de sofrimento, perdas e injustiças podem influenciar a maneira como nos relacionamos com os outros e com a vida em comunidade. 

A partir do tema do ressentimento e da expectativa de reparação, busca distinguir o reconhecimento legítimo da dor da permanência em cobranças que comprometem a reciprocidade, os limites e a responsabilidade compartilhada. O percurso convida a pensar como acolher histórias individuais sem perder de vista a construção da convivência coletiva.

Conhecer a proposta →

→ Para quem

Para comunidades, grupos e instituições que desejam fortalecer a convivência, o respeito mútuo e a responsabilidade coletiva, criando espaços de reflexão sobre sofrimento, ressentimento, conflitos e formas de lidar com experiências de injustiça sem comprometer os vínculos comunitários.

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→ Como acontece

A proposta parte de situações presentes na vida cotidiana e comunitária: conflitos que permanecem abertos, expectativas de reconhecimento, frustrações e dificuldades de reconstruir a confiança. A narrativa de Freud sobre a experiência de sentir-se prejudicado serve como ponto de partida para refletir sobre o que acontece quando uma ferida passa a orientar as relações. O encontro abre espaço para pensar formas de acolher o sofrimento, reconhecer responsabilidades e construir possibilidades de convivência sem negar a história de ninguém.

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→ Duração

A formação pode ser realizada em dois formatos de duração: 6 horas, para trabalhar os principais conceitos e suas relações com a convivência comunitária, ou 12 horas, permitindo aprofundar as reflexões, discutir situações do cotidiano e ampliar o espaço de elaboração coletiva. A escolha dependerá dos objetivos e das possibilidades de realização junto à comunidade.

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→ Conteúdos
  • Sofrimento, ressentimento e expectativa de reparação;

  • Diferença entre reconhecer uma injustiça e permanecer preso à expectativa de compensação;

  • Feridas, perdas e experiências de desvalorização;

  • Frustração, limites e responsabilidade;

  • Reconhecimento da própria história e reconhecimento da história do outro;

  • Quando a queixa interfere na convivência;

  • Reciprocidade e responsabilidade compartilhada;

  • Acolhimento do sofrimento sem suspensão permanente dos limites;

  • Conflitos e reconstrução dos vínculos comunitários;

  • Elaboração da experiência e possibilidades de construir outras respostas no presente.

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→ Formato

Workshop ou Palestra, conforme os objetivos da atividade e as características da comunidade.

A Palestra permite introduzir o tema e abrir uma reflexão coletiva. O Workshop pode favorecer maior participação e elaboração compartilhada, respeitando os limites e as condições do grupo.

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→ Condições de realização

A realização deve considerar a realidade da comunidade, seus recursos e as características dos participantes. A proposta pode ser ajustada para 6 ou 12 horas, conforme os objetivos definidos com a instituição ou organização responsável. É importante garantir um ambiente de respeito, participação voluntária e cuidado com a exposição de experiências pessoais, sem exigir relatos íntimos nem transformar o encontro em atendimento clínico.

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Quando a prisão parece escolha

Quando estamos escolhendo e quando estamos apenas repetindo uma forma de pertencer?

Há momentos em que aprendemos a preservar vínculos, corresponder às expectativas e manter a vida organizada de tal maneira que aquilo que um dia foi escolha passa a parecer simplesmente quem somos.

Esta formação propõe olhar para esse movimento com mais atenção:

o que acontece com o desejo quando aprendemos a diminuí-lo para continuar pertencendo?

O que acontece com a espontaneidade, com a capacidade de imaginar outras possibilidades e com a pergunta sobre o que realmente queremos?

A partir das questões de adaptação, desejo, pertencimento e liberdade, a proposta abre espaço para reconhecer aquilo que pode ter ficado menor ou silenciado ao longo desse processo.

Conhecer a proposta →

→ Para quem

Para grupos e instituições que desejam aprofundar questões relacionadas à adaptação, pertencimento, desejo, liberdade e às formas de vida que podem parecer equilibradas por fora, mas que, por dentro, já não permitem o reconhecimento de si.

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→ Como acontece

A formação parte de uma pergunta e se desenvolve a partir do contexto de cada grupo ou instituição. 

O percurso pode assumir diferentes formas conforme o que se deseja aprofundar: uma conversa introdutória, um trabalho mais experiencial ou um aprofundamento conceitual.

A proposta articula reflexão e conhecimento, criando espaço para pensar sobre escolhas, pertencimento, adaptação e desejo sem oferecer respostas prontas.

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→  Duração

8hr, 12hr ou 24 horas

A duração é definida de acordo com o formato escolhido e o nível de aprofundamento desejado.

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→ Conteúdos

A formação percorre questões relacionadas à adaptação, ao desejo, ao pertencimento e à liberdade, aprofundando a relação entre a vida aparentemente organizada e aquilo que acontece na experiência subjetiva.


Entre os conteúdos trabalhados estão:
  • Adaptação  e reconhecimento da própria experiência

  • Desejo,  pertencimento e liberdade

  • Formas de organização psíquica

  • Empobrecimento da vida afetiva

  • Afetos, conflitos e angústias

  • Simbolização  e organização defensiva

  • Normopatia,  a partir de Joyce McDougall

  • Falso  self

  • Desafetação

  • Adaptação excessiva e suas relações com a experiência subjetiva

Assim, os conteúdos não aparecem apenas como conceitos isolados, mas como caminhos para compreender quando uma vida pode parecer funcionar bem enquanto partes importantes da experiência de si vão perdendo espaço.

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→ Formato

A formação pode ser realizada em diferentes formatos, de acordo com o contexto e o objetivo do encontro.

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Workshop Um formato que favorece a reflexão sobre situações concretas relacionadas a escolhas, pertencimento, adaptação, desejo e liberdade.


Seminário Uma proposta de maior aprofundamento conceitual, articulando a questão da formação aos fundamentos psicanalíticos presentes no material, especialmente a partir de Joyce McDougall.


Palestra Uma forma de introduzir e ampliar a percepção sobre modos de vida aparentemente funcionais, abrindo espaço para pensar aquilo que pode estar sendo deixado de lado na experiência subjetiva.

Essas possibilidades estão sustentadas pelo próprio material que você enviou.

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A dinâmica psíquica da inveja

O que a presença do outro revela sobre aquilo que desejamos e sobre o modo como medimos nosso próprio valor?

→ Formação

Esta formação propõe uma reflexão sobre a inveja como experiência que pode surgir quando o outro passa a funcionar como medida do próprio valor.

A partir da relação entre comparação, reconhecimento, falta e desejo, busca compreender como aquilo que admiramos ou desejamos no outro pode revelar aspectos de nossa própria história.

A proposta também diferencia o desejo de transformação da necessidade de diminuir ou apagar o outro para suportar aquilo que ele desperta em nós.

Conhecer a proposta →

→ Para quem

Para instituições e empresas que desejam promover espaços de reflexão sobre relações, comparação, reconhecimento, rivalidade e os modos como a presença do outro pode interferir na percepção que construímos sobre nós mesmos.

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→ Como acontece

A formação acontece por meio de reflexão e diálogo a partir de situações em que a presença, o reconhecimento ou as características do outro despertam comparação, incômodo ou sentimento de insuficiência. A proposta parte da narrativa de Saul e Davi como referência simbólica para pensar a inveja, investigando a relação entre falta, desejo, reconhecimento e identidade. O percurso convida a transformar a comparação em pergunta sobre aquilo que o outro desperta em nós.

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→ Duração

A formação pode ser realizada em dois formatos de duração: 6 horas, permitindo uma abordagem aprofundada dos principais conceitos e das questões relacionadas à inveja, comparação, falta, desejo e reconhecimento; ou 12 horas, possibilitando maior aprofundamento teórico, reflexão e elaboração sobre as diferentes dimensões do tema. 

Para o formato de Seminário, a duração será definida conforme a proposta e o nível de aprofundamento desejado.

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→ Conteúdos

  • Inveja e comparação;

  • O outro como medida do próprio valor;

  • Falta e desejo;

  • Reconhecimento e sentimento de insuficiência;

  • Idealização e desqualificação do outro;

  • Rivalidade e competição;

  • Desejo do outro;

  • Narcisismo e imagem de si;

  • Admiração e inveja;

  • Quando o desejo pode se transformar em hostilidade;

  • A diferença entre desejar aquilo que o outro possui e precisar que o outro deixe de possuir;

  • O que a inveja pode revelar sobre nossos desejos e nossa própria história;

  • A possibilidade de reconhecer a falta sem vivê-la como condenação;

  • Comparação, identidade e construção de um caminho próprio.

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→ Formato

Workshop, Palestra ou Seminário

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→ Condições de realização

A formação pode ser realizada em formato de Workshop ou Palestra, conforme a proposta e as necessidades da instituição ou empresa.

Para o formato de Seminário, a duração será definida conforme a proposta e o nível de aprofundamento desejado.

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Sofrimento não simbolizado

O que uma dor pode estar dizendo quando ainda não encontramos palavras para ela?

Esta formação propõe uma reflexão sobre o sofrimento que ainda não encontrou palavras ou uma forma de elaboração psíquica. A partir da relação entre corpo, palavra e experiência subjetiva, busca compreender como traumas, perdas, conflitos e sobrecargas podem permanecer presentes sem serem plenamente reconhecidos ou compartilhados. 

A proposta considera a simbolização como possibilidade de dar representação e elaboração àquilo que permaneceu sem palavras, preservando a escuta da singularidade de cada experiência.

Conhecer a proposta →

→ Para quem

Para instituições e empresas que desejam promover espaços de reflexão sobre sofrimento, escuta, experiência subjetiva e os modos pelos quais aquilo que ainda não encontrou palavras pode permanecer presente na vida do sujeito.

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→ Como acontece

A formação acontece por meio de reflexão e diálogo sobre experiências que podem permanecer difíceis de nomear, elaborar ou compartilhar. A proposta parte da relação entre sofrimento, corpo e palavra para pensar aquilo que permanece sem representação e as possibilidades de escuta e simbolização. O percurso busca ampliar a compreensão sobre a dimensão subjetiva do sofrimento, sem reduzir a experiência humana a uma única causa ou interpretação.

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→ Duração

A formação pode ser realizada em dois formatos de duração: 4 horas, para uma abordagem mais concentrada dos principais conceitos e reflexões, ou 8 horas, permitindo maior aprofundamento dos conteúdos e ampliação do espaço para reflexão e elaboração sobre o tema.

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→ Conteúdos

  • Sofrimento não simbolizado;

  • A experiência que ainda não encontrou palavras;

  • Relação entre sofrimento, corpo e palavra;

  • Trauma, perdas, conflitos e sobrecargas;

  • Aquilo que permanece presente sem ser plenamente reconhecido;

  • Silêncio e dificuldade de compartilhar a experiência;

  • Dimensão subjetiva do sofrimento;

  • Escuta e singularidade da experiência;

  • Simbolização e representação;

  • Elaboração psíquica;

  • A possibilidade de encontrar um lugar para aquilo que permaneceu sem palavras;

  • Corpo e palavra na compreensão da experiência subjetiva.

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→ Formato

Workshop ou Palestra

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→ Condições de realização

A formação pode ser realizada em formato de Workshop ou Palestra, com duração de 4 ou 8 horas, conforme a proposta e as necessidades da instituição ou empresa.

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Humor como defesa madura

Quando o humor deixa de ser uma forma de escapar e pode se tornar uma possibilidade de elaboração?

Esta formação propõe uma reflexão sobre o humor como mecanismo de defesa e sua relação com a maturidade psíquica. A partir das diferentes formas de lidar com o erro, a imperfeição e aquilo que nos afeta, busca compreender como o humor pode criar uma distância diante da experiência sem negá-la, abrindo espaço para outra relação consigo mesmo e com a própria história.

Conhecer a proposta →

→ Para quem

Para instituições e empresas que desejam promover espaços de reflexão sobre maturidade psíquica, relações, formas de lidar com a adversidade, autocobrança e os modos pelos quais o humor pode participar da elaboração da experiência.

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→ Como acontece

A formação acontece por meio de reflexão e diálogo a partir de situações em que o erro, a imperfeição e a autocobrança colocam em questão a imagem que construímos de nós mesmos. A proposta convida a observar como o humor pode funcionar como mecanismo de defesa, criando uma distância diante da experiência sem negá-la, e como esse movimento pode abrir espaço para uma relação mais madura com aquilo que nos afeta.

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→ Duração

A formação pode ser realizada em dois formatos de duração: 4 horas, para uma abordagem mais concentrada dos principais conceitos e reflexões, ou 8 horas, permitindo maior aprofundamento dos conteúdos e ampliação do espaço para reflexão e elaboração sobre o tema.

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→ Conteúdos

  • Humor como mecanismo de defesa e sua função na vida psíquica;

  • Diferenças entre humor, negação, minimização e ironia hostil;

  • Reconhecimento da realidade e criação de distância diante da experiência;

  • Erro, imperfeição e a construção da imagem de si;

  • Autocobrança, necessidade de perfeição e medo de falhar;

  • A diferença entre “eu errei” e “eu sou um fracasso”;

  • Humor, distanciamento e elaboração da experiência;

  • Maturidade psíquica e capacidade de sustentar as próprias contradições;

  • A possibilidade de rir de si mesmo sem desconsiderar a própria história;

  • Humor como possibilidade de continuar humano sem precisar ser impecável.

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→ Formato

Workshop ou Palestra

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→ Condições de realização

A formação pode ser realizada em formato de Workshop ou Palestra, com duração de 4 ou 8 horas, conforme a proposta e as necessidades da instituição ou empresa.

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Maturidade emocional

Quem sustenta aquilo que sentimos até que possamos escolher o que fazer com isso?

Entre o sentir e o agir existe um intervalo em que podemos reconhecer aquilo que nos atravessa antes de transformar o afeto em ação. 

A formação parte da compreensão de que sentir não determina, por si só, aquilo que fazemos.  A raiva, a frustração, o medo ou o desejo podem ser reconhecidos e sustentados sem que precisem encontrar uma descarga imediata.

Esse espaço permite que o afeto encontre palavra, pensamento e elaboração, ampliando a possibilidade de escolha. A contenção, nesse sentido, não significa apagar o que sentimos, assim como maturidade não significa nunca expressar a raiva. 

Trata-se de reconhecer o que acontece em nós e encontrar uma forma de responder que não destrua a nós mesmos, o outro ou o vínculo.

A formação convida a pensar sobre impulsividade, contenção, expressão emocional, limites e responsabilidade, distinguindo o ato impulsivo da resposta escolhida e o silêncio que protege daquele que apaga a própria voz.

Conhecer a proposta →

→ Para quem

Para pessoas, grupos e instituições que desejam aprofundar a reflexão sobre maturidade emocional, relações, escolhas e modos de responder ao que sentem.

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→ Como acontece

A formação acontece por meio de conversa, reflexão e participação. 

A partir de situações e questões relacionadas à experiência emocional, os participantes são convidados a reconhecer o que sentem, observar o intervalo entre o afeto e a ação e pensar sobre as possibilidades de resposta. 

O percurso alterna exposição, diálogo e elaboração, respeitando o contexto e o tempo de cada grupo.

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→ Duração

A duração é definida de acordo com o contexto e a modalidade da formação, podendo ser realizada em encontros de 4hr; 8hr ou 12 horas.

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→ Conteúdos

  • Maturidade emocional e reconhecimento dos afetos

  • O espaço entre sentir e agir

  • Contenção e impulsividade

  • Expressão emocional e elaboração

  • Limites, responsabilidade e desejo

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→ Formato

A proposta pode ser realizada em diferentes modalidades, de acordo com o contexto e o objetivo do encontro:  palestra, workshop ou seminário.

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→ Condições de realização

As condições de realização são definidas de acordo com o contexto, o público, a duração e a modalidade escolhida. A proposta pode ser adaptada às características do grupo e ao espaço em que o encontro será realizado.

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Para uma vida mais inteira.

Escuta, literatura, formação e cuidado com a experiência humana.

​Foz do Iguaçu • PR
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