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O Encontro

Algumas perguntas pedem mais do que uma leitura.
Pedem presença, tempo e a possibilidade de construir sentidos em conjunto.

As formações do Narrativas do Invisível nascem de questões humanas que atravessam experiências, relações e modos de viver.

Palavras, workshops e seminários podem assumir diferentes formas para criar espaço para escutar, pensar e elaborar juntos.

Como a Formação acontece

Uma mesma questão pode encontrar diferentes formas de encontro.

WORKSHOP
Envolve e experimenta

A experiência ganha corpo na participação, no diálogo e na elaboração.

PALESTRA
Desperta

Uma conversa que inaugura perguntas e amplia a percepção.

SEMINÁRIO
Aprofunda

Tempo para estudo, pensamento, diálogo e elaboração.

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Como uma Formação ganha sua forma

A formação pode partir de uma narrativa, de uma experiência, de uma pergunta que permanece ou de um tema que pede aprofundamento.

Temas para Formação

Temas que podem encontrar uma proposta de formação a partir do contexto, do público e do que se deseja aprofundar.

Cada tema pode ganhar diferentes formas de desenvolvimento — uma palestra, um workshop ou um seminário — conforme a proposta.

→ Conhecer os temas para formação

Temas para conhecer

Temas para quem deseja saber mais, compreender melhor ou simplesmente seguir uma curiosidade.

Nem todo tema precisa se transformar em uma formação.

Alguns permanecem como perguntas, conceitos e assuntos que podem abrir novas possibilidades de leitura e reflexão.

A Pergunta

Algumas perguntas permanecem.
E continuam trabalhando em nós.

As Narrativas do Invisível nascem de experiências humanas que podem abrir questões, deslocar percepções e convidar à reflexão.

Aqui, algumas dessas perguntas encontram espaço para continuar a conversa.

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Quem sustenta aquilo que sentimos até que possamos escolher o que fazer com isso?

A pergunta nasce do intervalo entre aquilo que sentimos e aquilo que fazemos com o que sentimos.

Sentir raiva, frustração, ameaça ou tensão não significa necessariamente agir a partir desses afetos. 


Existe um espaço entre o afeto e a ação, e é nesse espaço que pode surgir a possibilidade de reconhecer o que acontece em nós, sustentar a experiência, pensar sobre ela e escolher uma resposta.


Isso não significa simplesmente “controlar as emoções” ou deixar de sentir. Também não significa repressão. A contenção pode ser uma forma de elaboração quando permite que o afeto encontre palavras, pensamento e possibilidade de escolha.


Entre o sentir e o agir pode existir um percurso: 

sentir 

→ reconhecer 

→ sustentar 

→ pensar 

→ escolher 

→ agir, podendo, em alguns momentos, transformar aquilo que inicialmente apareceu como um afeto bruto.

A questão, então, não é eliminar a raiva ou impedir a expressão, mas compreender o que acontece quando conseguimos criar um espaço antes da ação. 

O que esse intervalo torna possível?

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O que muda quando posso reconhecer sentimentos que aprendi a condenar em mim?

Nem sempre o conflito está no fato de sentir, mas na impossibilidade de reconhecer determinados sentimentos. Os vínculos humanos podem envolver ambivalências: 

amor e raiva, 

confiança e decepção, 

dependência e ressentimento, 

fé e sensação de abandono. 

Quando um desses sentimentos não pode ser admitido, ele pode ser reprimido, deslocado ou retornar de outra forma.


Na leitura psicanalítica, Freud relaciona, em Luto e Melancolia, a identificação com o objeto perdido a um movimento em que a hostilidade pode voltar-se contra o próprio Eu, articulando-se à culpa, à autocensura e à punição.


Reconhecer um sentimento não significa justificá-lo nem transformá-lo automaticamente em ação. Significa poder perceber sua existência e investigar o lugar que ele ocupa na própria experiência. 


A elaboração não elimina a agressividade nem exige escolher entre amar ou odiar. Ela possibilita reconhecer a ambivalência e dar aos sentimentos um lugar psíquico menos destrutivo.

Conversar sobre uma proposta

Se você deseja levar uma dessas questões para sua equipe, organização, comunidade ou grupo, podemos conversar sobre o contexto e construir juntos a melhor forma de encontro.

Conversar sobre uma proposta →

Para uma vida mais inteira.

Escuta, literatura, formação e cuidado com a experiência humana.

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