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Como a Formação acontece

Aqui, você pode encontrar diferentes formas de encontro.

Cuidar sem substituir: presença, limites e autonomia

Esta formação propõe uma reflexão sobre a vocação como responsabilidade de cuidado e presença diante da fragilidade humana. 

A partir da experiência comunitária, aborda a diferença entre sustentar e carregar, considerando como a escuta, a orientação e os limites podem favorecer o desenvolvimento da autonomia. 

O percurso também convida a reconhecer os limites de quem cuida, sem transformar a vocação em obrigação de resolver tudo ou em sacrifício permanente.

Conhecer a proposta →

→ Para quem

Pessoas envolvidas em iniciativas comunitárias, lideranças, voluntários, educadores, cuidadores e integrantes de grupos que acompanham pessoas em situações de vulnerabilidade. A formação também pode acolher quem deseja refletir sobre sua vocação e sobre a maneira como oferece ajuda, orientação e apoio nas relações cotidianas.

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→ Como acontece

A formação parte de situações concretas da vida comunitária para refletir sobre o que significa estar presente quando alguém ainda encontra dificuldades para lidar com suas emoções, escolhas ou circunstâncias. A partir da distinção entre sustentar e carregar, o encontro aborda a escuta, a orientação, o estabelecimento de limites e o respeito ao tempo de cada pessoa. Também abre espaço para pensar o desgaste de quem cuida e a importância de reconhecer que apoiar alguém não significa assumir todas as suas responsabilidades.

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→ Duração

  • 6 horas: para trabalhar os eixos de vocação, sustentação emocional, limites, responsabilidade e autonomia, relacionando-os a situações do cotidiano comunitário.

  • 12 horas: para aprofundar esses temas, ampliar a reflexão sobre as relações de cuidado e discutir com maior tempo os desafios de quem acompanha pessoas em contextos de vulnerabilidade.

A escolha da duração dependerá dos objetivos, do perfil dos participantes e das condições de realização na comunidade.

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→ Conteúdos

  • Vocação como presença e responsabilidade de cuidado.

  • Sustentar e carregar: diferenças e implicações nas relações.

  • Sustentação emocional e desenvolvimento de recursos internos.

  • Escuta, orientação e estabelecimento de limites sem humilhação.

  • Vulnerabilidade, desamparo e dignidade humana.

  • Cuidado sem controle e apoio sem dependência permanente.

  • Autonomia, participação e responsabilidade pessoal.

  • Limites de quem cuida e riscos da idealização do sacrifício.

  • Presença comunitária e construção de referências de convivência.

  • A relação entre cuidado, pertencimento e fortalecimento da vida em comunidade.

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→ Formato

Workshop ou Palestra.

  • Palestra: apresenta os conceitos centrais da narrativa e abre uma reflexão sobre vocação, cuidado, autonomia e responsabilidade comunitária.

  • Workshop: promove a participação dos integrantes da comunidade, com reflexão sobre situações cotidianas de cuidado, os limites da ajuda e as possibilidades de apoiar sem substituir a pessoa em suas escolhas e responsabilidades.

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→ Condições de realização

A proposta deve considerar a realidade, os recursos e as necessidades da comunidade participante. É importante construir um ambiente respeitoso, no qual ninguém seja pressionado a expor experiências pessoais ou situações familiares. A formação não substitui acompanhamento psicológico, assistência social ou outros serviços necessários. Seu propósito é oferecer um espaço de reflexão sobre as relações de cuidado, a responsabilidade compartilhada e a construção da autonomia, sem responsabilizar individualmente as pessoas por condições de vulnerabilidade social.

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→ Clínica

Na perspectiva clínica, a narrativa permite refletir sobre o desenvolvimento dos recursos psíquicos necessários para lidar com os próprios impulsos, frustrações e exigências da realidade. A imagem de “emprestar o ego” é utilizada como metáfora para uma presença que oferece sustentação quando esses recursos ainda não estão suficientemente disponíveis, sem constituir uma técnica clínica formal. O ponto de atenção está no equilíbrio entre apoio e autonomia: compreender quando a presença do outro favorece a organização emocional e quando o cuidado corre o risco de se tornar controle, substituição ou dependência.

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A Formação como oferta concreta, com suas modalidades e propostas.

Se desejar, você pode acessar o portfólio em PDF para guardar o documento ou compartilhá-lo.

→ Outros temas podem ampliar o olhar sobre esta pergunta.


Temas que podem encontrar uma proposta de formação a partir do contexto, do público e do que se deseja aprofundar.

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→ Talvez esta reflexão conduza a outras perguntas.

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→ Livro relacionado 

Uma Nova Vida em Cristo

Conexão temática: cuidado com o outro, vida comunitária, responsabilidade compartilhada e construção de relações que respeitem a dignidade humana.

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O desejo não desaparece: ele se transforma

→ Formação

Esta formação propõe uma reflexão sobre a diferença entre reprimir um impulso e criar condições para que ele encontre outras formas de expressão. A partir da noção psicanalítica de sublimação, aborda o desejo, os conflitos e a importância dos limites na educação e no amadurecimento psíquico. O percurso convida a pensar como reconhecer aquilo que sentimos sem precisar agir impulsivamente nem tratar a experiência como algo que deve simplesmente desaparecer.

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Conhecer a proposta →

→ Para quem

Educadores, cuidadores, profissionais que trabalham com desenvolvimento humano e adultos interessados em compreender as manifestações emocionais, os conflitos e os processos de amadurecimento. A proposta também pode contribuir para instituições educacionais e equipes que desejam refletir sobre práticas de orientação, estabelecimento de limites e desenvolvimento emocional.

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→ Como acontece

O encontro parte de situações em que sentimentos e impulsos, especialmente na infância, são tratados apenas pela proibição, pela punição ou pela vergonha. A partir da distinção entre repressão e sublimação, abre-se uma reflexão sobre o papel dos adultos na compreensão das manifestações emocionais, na sustentação de limites e na construção de alternativas de expressão. A discussão também considera a criatividade e o ambiente como elementos que podem favorecer a elaboração, sem pressupor que toda dificuldade precise se transformar em criação ou resultado produtivo.

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→ Duração

  • 6 horas: para aprofundar os conceitos de repressão, sublimação, desejo, limites e desenvolvimento emocional, articulando-os a situações da educação e da vida cotidiana.

  • 12 horas: para ampliar a discussão teórica e favorecer maior tempo de reflexão sobre infância, ambiente, criatividade, responsabilidade e possibilidades de elaboração.

A duração poderá ser definida conforme o público, os objetivos e a profundidade pretendida.

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→ Conteúdos

  • Desejo, pulsão e conflito psíquico.

  • Repressão e sublimação: diferenças e implicações.

  • Limites, proibição, punição e vergonha na educação.

  • Reconhecimento das emoções e orientação dos impulsos.

  • Infância, desenvolvimento emocional e papel dos adultos.

  • Criatividade e ambiente de sustentação, a partir da contribuição de Winnicott.

  • Expressão simbólica e possibilidades de elaboração.

  • Desejo e responsabilidade: compreender o que se sente sem transformar todo impulso em ação.

  • Sublimação sem idealização: limites da ideia de transformar sofrimento em criação.

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→ Formato

Workshop ou Palestra.

  • Palestra: apresentação dos conceitos centrais e abertura de reflexão sobre desejo, repressão, sublimação e educação.

  • Workshop: aprofundamento participativo, com discussão de situações cotidianas e reflexão sobre formas de reconhecer emoções, estabelecer limites e favorecer outras possibilidades de expressão.

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→ Condições de realização

A proposta deve ser ajustada ao perfil dos participantes e ao contexto institucional. É importante preservar um ambiente de respeito, sem exposição obrigatória de experiências íntimas ou julgamento das manifestações emocionais. Quando houver discussão de situações da infância, a abordagem deve considerar as particularidades do desenvolvimento e evitar tanto a permissividade quanto práticas educativas baseadas exclusivamente no medo ou na punição.

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→ Clínica

Na perspectiva clínica, a sublimação permite investigar os destinos que o desejo pode encontrar quando sua satisfação direta não é possível. A questão não é simplesmente substituir um comportamento inadequado por outro socialmente aceito, mas compreender a dinâmica do conflito e as possibilidades de transformação que se apresentam para cada sujeito. Essa leitura também exige cautela: nem toda atividade criativa representa sublimação, e nenhuma forma de expressão elimina necessariamente o conflito. O trabalho clínico considera a singularidade da experiência, os modos de defesa e as condições pelas quais algo vivido pode ganhar representação e elaboração.


A Formação como oferta concreta, com suas modalidades e propostas.

Se desejar, você pode acessar o portfólio em PDF para guardar o documento ou compartilhá-lo.

→ Outros temas podem ampliar o olhar sobre esta pergunta.


Temas que podem encontrar uma proposta de formação a partir do contexto, do público e do que se deseja aprofundar.

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→ Uma pergunta pode abrir caminho para outra.

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Quando a dor se transforma em dívida

Esta formação propõe uma reflexão sobre como experiências de sofrimento, perdas e injustiças podem influenciar a maneira como nos relacionamos com os outros e com a vida em comunidade. 

A partir do tema do ressentimento e da expectativa de reparação, busca distinguir o reconhecimento legítimo da dor da permanência em cobranças que comprometem a reciprocidade, os limites e a responsabilidade compartilhada. O percurso convida a pensar como acolher histórias individuais sem perder de vista a construção da convivência coletiva.

Conhecer a proposta →

→ Para quem

Para comunidades, grupos e instituições que desejam fortalecer a convivência, o respeito mútuo e a responsabilidade coletiva, criando espaços de reflexão sobre sofrimento, ressentimento, conflitos e formas de lidar com experiências de injustiça sem comprometer os vínculos comunitários.

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→ Como acontece

A proposta parte de situações presentes na vida cotidiana e comunitária: conflitos que permanecem abertos, expectativas de reconhecimento, frustrações e dificuldades de reconstruir a confiança. A narrativa de Freud sobre a experiência de sentir-se prejudicado serve como ponto de partida para refletir sobre o que acontece quando uma ferida passa a orientar as relações. O encontro abre espaço para pensar formas de acolher o sofrimento, reconhecer responsabilidades e construir possibilidades de convivência sem negar a história de ninguém.

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→ Duração

A formação pode ser realizada em dois formatos de duração: 6 horas, para trabalhar os principais conceitos e suas relações com a convivência comunitária, ou 12 horas, permitindo aprofundar as reflexões, discutir situações do cotidiano e ampliar o espaço de elaboração coletiva. A escolha dependerá dos objetivos e das possibilidades de realização junto à comunidade.

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→ Conteúdos
  • Sofrimento, ressentimento e expectativa de reparação;

  • Diferença entre reconhecer uma injustiça e permanecer preso à expectativa de compensação;

  • Feridas, perdas e experiências de desvalorização;

  • Frustração, limites e responsabilidade;

  • Reconhecimento da própria história e reconhecimento da história do outro;

  • Quando a queixa interfere na convivência;

  • Reciprocidade e responsabilidade compartilhada;

  • Acolhimento do sofrimento sem suspensão permanente dos limites;

  • Conflitos e reconstrução dos vínculos comunitários;

  • Elaboração da experiência e possibilidades de construir outras respostas no presente.

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→ Formato

Workshop ou Palestra, conforme os objetivos da atividade e as características da comunidade.

A Palestra permite introduzir o tema e abrir uma reflexão coletiva. O Workshop pode favorecer maior participação e elaboração compartilhada, respeitando os limites e as condições do grupo.

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→ Condições de realização

A realização deve considerar a realidade da comunidade, seus recursos e as características dos participantes. A proposta pode ser ajustada para 6 ou 12 horas, conforme os objetivos definidos com a instituição ou organização responsável. É importante garantir um ambiente de respeito, participação voluntária e cuidado com a exposição de experiências pessoais, sem exigir relatos íntimos nem transformar o encontro em atendimento clínico.

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→ Clínica

Na perspectiva clínica, a narrativa convida a distinguir a dor que precisa ser reconhecida da posição subjetiva em que a experiência de ter sido prejudicado passa a organizar a relação com o presente. 

O ressentimento pode envolver queixa, expectativas de reparação e dificuldade de elaborar aquilo que não pôde ser recebido ou corrigido. Essa leitura não desconsidera injustiças reais nem transfere a responsabilidade para quem sofreu; procura compreender como cada sujeito passa a responder à própria história e como essa relação pode abrir ou restringir outras possibilidades de vida.

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A Formação como oferta concreta, com suas modalidades e propostas.

Se desejar, você pode acessar o portfólio em PDF para guardar o documento ou compartilhá-lo.


→ Outros temas podem ampliar o olhar sobre esta pergunta.


Temas que podem encontrar uma proposta de formação a partir do contexto, do público e do que se deseja aprofundar.

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→ Uma pergunta pode abrir caminho para outra.
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→ Livro relacionado

Entre o Desejo e o Chamado

Possível conexão pelos eixos da falta, do sofrimento e da posição subjetiva diante daquilo que não foi recebido ou realizado. A leitura pode ampliar a reflexão sobre como responder à própria história sem permanecer inteiramente determinado pelas experiências de privação e pela expectativa de compensação.

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Quando a prisão parece escolha

Há momentos em que aprendemos a preservar vínculos, corresponder às expectativas e manter a vida organizada de tal maneira que aquilo que um dia foi escolha passa a parecer simplesmente quem somos.

Esta formação propõe olhar para esse movimento com mais atenção:

o que acontece com o desejo quando aprendemos a diminuí-lo para continuar pertencendo?

O que acontece com a espontaneidade, com a capacidade de imaginar outras possibilidades e com a pergunta sobre o que realmente queremos?

A partir das questões de adaptação, desejo, pertencimento e liberdade, a proposta abre espaço para reconhecer aquilo que pode ter ficado menor ou silenciado ao longo desse processo.

Conhecer a proposta →

→ Para quem

Para grupos e instituições que desejam aprofundar questões relacionadas à adaptação, pertencimento, desejo, liberdade e às formas de vida que podem parecer equilibradas por fora, mas que, por dentro, já não permitem o reconhecimento de si.

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→ Como acontece

A formação parte de uma pergunta e se desenvolve a partir do contexto de cada grupo ou instituição. 

O percurso pode assumir diferentes formas conforme o que se deseja aprofundar: uma conversa introdutória, um trabalho mais experiencial ou um aprofundamento conceitual.

A proposta articula reflexão e conhecimento, criando espaço para pensar sobre escolhas, pertencimento, adaptação e desejo sem oferecer respostas prontas.

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→  Duração

8hr, 12hr ou 24 horas

A duração é definida de acordo com o formato escolhido e o nível de aprofundamento desejado.

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→ Conteúdos

A formação percorre questões relacionadas à adaptação, ao desejo, ao pertencimento e à liberdade, aprofundando a relação entre a vida aparentemente organizada e aquilo que acontece na experiência subjetiva.


Entre os conteúdos trabalhados estão:
  • Adaptação  e reconhecimento da própria experiência

  • Desejo,  pertencimento e liberdade

  • Formas de organização psíquica

  • Empobrecimento da vida afetiva

  • Afetos, conflitos e angústias

  • Simbolização  e organização defensiva

  • Normopatia,  a partir de Joyce McDougall

  • Falso  self

  • Desafetação

  • Adaptação excessiva e suas relações com a experiência subjetiva

Assim, os conteúdos não aparecem apenas como conceitos isolados, mas como caminhos para compreender quando uma vida pode parecer funcionar bem enquanto partes importantes da experiência de si vão perdendo espaço.

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→ Formato

A formação pode ser realizada em diferentes formatos, de acordo com o contexto e o objetivo do encontro.

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Workshop Um formato que favorece a reflexão sobre situações concretas relacionadas a escolhas, pertencimento, adaptação, desejo e liberdade.


Seminário Uma proposta de maior aprofundamento conceitual, articulando a questão da formação aos fundamentos psicanalíticos presentes no material, especialmente a partir de Joyce McDougall.


Palestra Uma forma de introduzir e ampliar a percepção sobre modos de vida aparentemente funcionais, abrindo espaço para pensar aquilo que pode estar sendo deixado de lado na experiência subjetiva.

Essas possibilidades estão sustentadas pelo próprio material que você enviou.

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→ Relação com a clínica

As questões trabalhadas nesta formação também podem encontrar ressonância na prática clínica, especialmente quando adaptação, pertencimento e desejo entram em tensão. A proposta é olhar para os modos pelos quais uma pessoa pode organizar sua vida para preservar vínculos e evitar conflitos, enquanto se distancia, pouco a pouco, daquilo que deseja e reconhece como próprio.

Essa relação não pretende oferecer uma leitura única ou transformar toda adaptação em sofrimento. Trata-se de sustentar uma escuta atenta às formas singulares pelas quais cada pessoa constrói sua relação com o desejo, com os vínculos e com a própria experiência.

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A Formação como oferta concreta, com suas modalidades e propostas.

Se desejar, você pode acessar o portfólio em PDF para guardar o documento ou compartilhá-lo.

→ Outros temas podem ampliar o olhar sobre esta pergunta.


Temas que podem encontrar uma proposta de formação a partir do contexto, do público e do que se deseja aprofundar.

Cada tema pode ganhar diferentes formas de desenvolvimento — uma palestra, um workshop ou um seminário — conforme a proposta.

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→ Uma pergunta pode abrir caminho para outra.


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→ Há livros que continuam aquilo que uma narrativa apenas começou a perguntar.
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A dinâmica psíquica da inveja

→ Formação

Esta formação propõe uma reflexão sobre a inveja como experiência que pode surgir quando o outro passa a funcionar como medida do próprio valor.

A partir da relação entre comparação, reconhecimento, falta e desejo, busca compreender como aquilo que admiramos ou desejamos no outro pode revelar aspectos de nossa própria história.

A proposta também diferencia o desejo de transformação da necessidade de diminuir ou apagar o outro para suportar aquilo que ele desperta em nós.

Conhecer a proposta →

→ Para quem

Para instituições e empresas que desejam promover espaços de reflexão sobre relações, comparação, reconhecimento, rivalidade e os modos como a presença do outro pode interferir na percepção que construímos sobre nós mesmos.

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→ Como acontece

A formação acontece por meio de reflexão e diálogo a partir de situações em que a presença, o reconhecimento ou as características do outro despertam comparação, incômodo ou sentimento de insuficiência. A proposta parte da narrativa de Saul e Davi como referência simbólica para pensar a inveja, investigando a relação entre falta, desejo, reconhecimento e identidade. O percurso convida a transformar a comparação em pergunta sobre aquilo que o outro desperta em nós.

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→ Duração

A formação pode ser realizada em dois formatos de duração: 6 horas, permitindo uma abordagem aprofundada dos principais conceitos e das questões relacionadas à inveja, comparação, falta, desejo e reconhecimento; ou 12 horas, possibilitando maior aprofundamento teórico, reflexão e elaboração sobre as diferentes dimensões do tema. 

Para o formato de Seminário, a duração será definida conforme a proposta e o nível de aprofundamento desejado.

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→ Conteúdos

  • Inveja e comparação;

  • O outro como medida do próprio valor;

  • Falta e desejo;

  • Reconhecimento e sentimento de insuficiência;

  • Idealização e desqualificação do outro;

  • Rivalidade e competição;

  • Desejo do outro;

  • Narcisismo e imagem de si;

  • Admiração e inveja;

  • Quando o desejo pode se transformar em hostilidade;

  • A diferença entre desejar aquilo que o outro possui e precisar que o outro deixe de possuir;

  • O que a inveja pode revelar sobre nossos desejos e nossa própria história;

  • A possibilidade de reconhecer a falta sem vivê-la como condenação;

  • Comparação, identidade e construção de um caminho próprio.

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→ Formato

Workshop, Palestra ou Seminário

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→ Condições de realização

A formação pode ser realizada em formato de Workshop ou Palestra, conforme a proposta e as necessidades da instituição ou empresa.

Para o formato de Seminário, a duração será definida conforme a proposta e o nível de aprofundamento desejado.

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→ Clínica

A temática apresenta relação conceitual com a clínica psicanalítica, especialmente a partir dos eixos da inveja, narcisismo, falta, desejo, idealização e reconhecimento. A perspectiva clínica permite pensar aquilo que o outro desperta no sujeito e como a comparação pode revelar desejos, feridas ou experiências relacionadas ao próprio valor. A proposta não reduz a inveja a uma característica de personalidade, mas a considera uma experiência que pode ser reconhecida e elaborada.

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A Formação como oferta concreta, com suas modalidades e propostas.

Se desejar, você pode acessar o portfólio em PDF para guardar o documento ou compartilhá-lo.

→ Outros temas podem ampliar o olhar sobre esta pergunta.

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→ Uma pergunta pode abrir caminho para outra.

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→ Há livros que continuam aquilo que uma narrativa apenas começou a perguntar.

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Sofrimento não simbolizado

Esta formação propõe uma reflexão sobre o sofrimento que ainda não encontrou palavras ou uma forma de elaboração psíquica. A partir da relação entre corpo, palavra e experiência subjetiva, busca compreender como traumas, perdas, conflitos e sobrecargas podem permanecer presentes sem serem plenamente reconhecidos ou compartilhados. 

A proposta considera a simbolização como possibilidade de dar representação e elaboração àquilo que permaneceu sem palavras, preservando a escuta da singularidade de cada experiência.

Conhecer a proposta →

→ Para quem

Para instituições e empresas que desejam promover espaços de reflexão sobre sofrimento, escuta, experiência subjetiva e os modos pelos quais aquilo que ainda não encontrou palavras pode permanecer presente na vida do sujeito.

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→ Como acontece

A formação acontece por meio de reflexão e diálogo sobre experiências que podem permanecer difíceis de nomear, elaborar ou compartilhar. A proposta parte da relação entre sofrimento, corpo e palavra para pensar aquilo que permanece sem representação e as possibilidades de escuta e simbolização. O percurso busca ampliar a compreensão sobre a dimensão subjetiva do sofrimento, sem reduzir a experiência humana a uma única causa ou interpretação.

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→ Duração

A formação pode ser realizada em dois formatos de duração: 4 horas, para uma abordagem mais concentrada dos principais conceitos e reflexões, ou 8 horas, permitindo maior aprofundamento dos conteúdos e ampliação do espaço para reflexão e elaboração sobre o tema.

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→ Conteúdos

  • Sofrimento não simbolizado;

  • A experiência que ainda não encontrou palavras;

  • Relação entre sofrimento, corpo e palavra;

  • Trauma, perdas, conflitos e sobrecargas;

  • Aquilo que permanece presente sem ser plenamente reconhecido;

  • Silêncio e dificuldade de compartilhar a experiência;

  • Dimensão subjetiva do sofrimento;

  • Escuta e singularidade da experiência;

  • Simbolização e representação;

  • Elaboração psíquica;

  • A possibilidade de encontrar um lugar para aquilo que permaneceu sem palavras;

  • Corpo e palavra na compreensão da experiência subjetiva.

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→ Formato

Workshop ou Palestra

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→ Condições de realização

A formação pode ser realizada em formato de Workshop ou Palestra, com duração de 4 ou 8 horas, conforme a proposta e as necessidades da instituição ou empresa.

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→ Clínica

A temática apresenta forte relação com a clínica psicanalítica, especialmente a partir das questões relacionadas ao sofrimento não simbolizado, à dificuldade de dar palavras à experiência, à escuta e à possibilidade de simbolização e elaboração. A perspectiva clínica permite considerar a singularidade do sofrimento sem reduzi-lo a uma causa única, reconhecendo que uma experiência pode permanecer sem representação e encontrar diferentes formas de manifestação.

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A Formação como oferta concreta, com suas modalidades e propostas.

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→ Há outros temas que se aproximam desta experiência.
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→ Talvez esta reflexão conduza a outras perguntas.
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→ Há livros que podem continuar esta conversa.
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Maturidade emocional

A formação parte da compreensão de que sentir não determina, por si só, aquilo que fazemos.  

A raiva, a frustração, o medo ou o desejo podem ser reconhecidos e sustentados sem que precisem encontrar uma descarga imediata.

Esse espaço permite que o afeto encontre palavra, pensamento e elaboração, ampliando a possibilidade de escolha.

A formação convida a pensar sobre impulsividade, contenção, expressão emocional, limites e responsabilidade, distinguindo o ato impulsivo da resposta escolhida e o silêncio que protege daquele que apaga a própria voz.

Conhecer a proposta →

→ Para quem

Para pessoas, grupos e instituições que desejam aprofundar a reflexão sobre maturidade emocional, relações, escolhas e modos de responder ao que sentem.

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→ Como acontece

A formação acontece por meio de conversa, reflexão e participação. 

A partir de situações e questões relacionadas à experiência emocional, os participantes são convidados a reconhecer o que sentem, observar o intervalo entre o afeto e a ação e pensar sobre as possibilidades de resposta. 

O percurso alterna exposição, diálogo e elaboração, respeitando o contexto e o tempo de cada grupo.

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→ Duração

A duração é definida de acordo com o contexto e a modalidade da formação, podendo ser realizada em encontros de 4hr; 8hr ou 12 horas.

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→ Conteúdos

  • Maturidade emocional e reconhecimento dos afetos

  • O espaço entre sentir e agir

  • Contenção e impulsividade

  • Expressão emocional e elaboração

  • Limites, responsabilidade e desejo

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→ Formato

A proposta pode ser realizada em diferentes modalidades, de acordo com o contexto e o objetivo do encontro:  palestra, workshop ou seminário.

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→ Condições de realização

As condições de realização são definidas de acordo com o contexto, o público, a duração e a modalidade escolhida. A proposta pode ser adaptada às características do grupo e ao espaço em que o encontro será realizado.

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→ Clínica

A maturidade emocional, na perspectiva clínica, envolve a possibilidade de reconhecer os próprios afetos sem precisar agir imediatamente a partir deles. Esse processo inclui ampliar a compreensão das próprias reações, reconhecer limites e desenvolver outra relação com as frustrações e os vínculos. Mais do que controlar emoções, trata-se de compreender o que elas mobilizam na história de cada sujeito, favorecendo respostas menos impulsivas e relações mais conscientes.

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A Formação como oferta concreta, com suas modalidades e propostas.

Se desejar, você pode acessar o portfólio em PDF para guardar o documento ou compartilhá-lo.

→ Há outros temas que se aproximam desta experiência.
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→ Talvez esta reflexão conduza a outras perguntas.
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→ Há livros que podem continuar esta conversa.
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Para uma vida mais inteira.

Escuta, literatura, formação e cuidado com a experiência humana.

​Foz do Iguaçu • PR
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