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NuDU - Núcleo de Diversidade Sexual da UNICAMP

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Nos últimos ENUDS nunca ficou muito explícita a diferença entre mini-cursos e oficinas. Em alguns, usou-se o critério de tempo. Mini-cursos poderiam ser realizados em mais de um período e oficinas tinham que se limitar a um só. Em outros, usou-se a justificativa de que as oficinas eram práticas ou teórico-práticas e os mini-curso eram só teóricos. Como não nos sentimos contemplados por nenhuma das duas diretrizes, elaboramos o termo OFICURSOS, que podem ser práticos, teórico-práticos, prático-teóricos, teórico-teóricos, prático-práticos, o que vc quiser, podem durar um período ou dois, ou menos que isso ou se estender pelas madrugadas.  

Oficursos em detalhes (ementas), clique aqui

1

 Introdução à Política Queer

 Auditório
IFCH 1

09 e 10/10 Sab e Dom

2

Os Estigmas da Ditadura no Corpo

 IEL 01

09 e 10/10 Sab e Dom

9

 Visões judiciárias sobre sexualidades e estilos de gênero dissidentes nos anos 80

 IEL 02

09 e 10/10 Sab e Dom

10

 Pornô: história e representações de sexo, corpo e gênero

 IEL 03

09 e 10/10 Sab e Dom

11

 Da pedagogia crítica às pedagogias do corpo: um debate sobre raça, gênero, sexualidade e educação

 IEL 04

09 e 10/10 Sab e Dom

32

 O Direito à educação de LGBT

 IEL 14

09 e 10/10 Sáb e Dom

3

Educação em Movimento: Diálogos sobre gênero, sexualidades e educação

IEL 08

09/10 Sab

5

"Estratégias do homoerotismo: performance e negociação política em O Bom Crioulo e Onde Andará Dulce Veiga"

IEL 09

09/10 Sab

6

 O “nativo” mora ao lado: reflexões teóricas e metodológicas sobre pesquisas urbanas interdisciplinares na área de Gênero e suas implicações éticas

 IEL 10

09/10 Sab

12

 Homoerotismo na colonia: a primeira visitação do santo ofício a bahia em 1591

 IEL 05

09/10 Sab

15

 A Construção Midiática da Identidade Homossexual

 IEL 06

09/10 Sab

17

 Análise acerca da absorção dos conceitos subjetivos da mídia  1° episódio do seriado Queer as Folk

 IEL 07

 09/10  Sab

22

 Brincadeiras e Expressão corporal: Problematizando Gênero e Sexualidade 

 IEL 11

09/10 Sab

24

 Lesbianidades em diálogos: "sombras" ou protagonismos?

 IFCH 02

09/10 Sab

25

O que interessa na pornografia?

 IEL 15

09/10 Sab

26

 A Formação Continuada de Educadores/as em Xeque: Analisando Políticas de Enfrentamento ao Sexismo e à Homofobia na Educação

 IEL 12

09/10 Sab

28

 Dr: uma pergunta para cada resposta?

IFCH 04

09/10 Sab

30

 Defesa do Direito a Saúde: determinação social da saúde LGBT e a politica de saúde LGBT.  Saúde

 IEL 13

09/10 Sab

4

 Cenas e Imagens Pornográficas: faça você mesmo

 IEL 08

10/10 Dom

7

 Racismo e Sexualidades

 IEL 10

10/10 Dom

13

 Concepção do movimento LGBTT e o novo movimento estudantil

 IEL 05

10/10 Dom

16

 Diversidade Sexual da Escola

 IEL 06

10/10 Dom

18

 Instrumentos Estratégicos de Atuação Internacional para Promoção e Proteção de Direitos Humanos de LGBT

 IEL 07

10/10 Dom

20

 Sexualidades em cena: CURTAS E INTERPRETAÇÃO

 IEL 15

10/10 Dom

21

 Oficina de Iniciação de wendo (RESTRITO À MULHERES)

 IFCH 02

10/10 Dom

23

 Contato e improvisação

 IFCH 03

10/10 Dom

27

 Afetividade, paixão e pecado: Leituras de Derek Jarman e Pedro Almodovar

 IEL 12

10/10 Dom

29

 Roda de Conversa: A Casa de Cultura Fazenda Roseira: Um espaço afro em Campinas/SP 

 Espaço Vozes
do Corpo

10/10 Dom

31

 Produção da diversidade sexual: transversexualidades

 IEL 09

10/10 Dom

8

Cancelado

 

 

14

Cancelado

 

 

19

Cancelado

 

 

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Programação de Oficursos
Estamos começando a divulgar os oficursos que serão oferecidos no ENUDS.

1 - Introdução à Política Queer
Coordenadores:
Richard Miskolci e Leandro Colling
1. 1. O que é queer? / Desejo e transgressão das normas de gênero/ Experiência da injúria: a descoberta da abjeção / Abjeção, desejo e estranhamento social 2. Confronto com a heteronormatividade / transgressão de gênero / além dos binários / queer é anterior às identidades socialmente criadas 3. Da abjeção à política / a bifurcação identidades estabelecidas X queer / do conservadorismo homo à pluralidade queer / reconhecendo as normas do binário hetero-homo: gênero e controle social 4. Teoria e Política Queer / uma nova política: a pluralidade sexual e de gêneros não abarcada pelo movimento LGBT / Queer como perspectiva não-identitária, anti-neoliberal e focada na desestabilização do hegemônico (da transgressão de gênero ao desfazer o gênero)/ Uma nova esquerda: da agenda neoliberal por direitos padronizados à demanda política que aponte para a transformação dos modelos existentes

2 - Os Estigmas da Ditadura no Corpo
Coordenador:
Jardel Augusto Dutra da Silva Lemos
Ao longo de toda história o corpo humano foi visto como algo que não faz parte da história da humanidade, nunca foi visto como algo que faz parte da gênese de todo o movimento. Fazendo um link com a história podemos observar grandes repressões e opressões ao movimento artístico, que foi herdada por nós na contemporaneidade. O nosso corpo sofre reflexo destas opressões até hoje. A sociedade serve como freio moral nos impedindo de deixar a expressão corporal de aflorar. Nós mesmos censuramos o nosso corpo e alguns movimentos. Somos domados pela rigidez do dia a dia, do capitalismo, das lutas, da globalização tornando toda a memória de nossa história corporal maqueada. O corpo possui memórias e estas estão totalmente relacionadas a conflitos passados, atuais, conflitos sociais e novas buscas. Esta oficina visa quebrar alguns paradigmas em relação ao corpo, movimento, história, arte e cultura.


3 - Educação em Movimento: Diálogos sobre gênero, sexualidades e educação
Coordenadores:
Caio Cerqueira, Paulo de Tássio, Rosa Heimer
O mini-curso em questão será um espaço de partilha de experiências dos diferentes grupos, coletivos, associações e ONG’s que tratam da temática LGBTTT. O mesmo tem por objetivos dialogar e refletir acerca das implicações do movimento LGBTT na educação formal. Como dialogar com as demandas do movimento? Quando há militância? Quando há educação? Pode haver diálogos entre ambos? Como?
Temos como proposta de produto deste trabalho, uma carta/manifesto que circule o país no auxílio da promoção do debate acerca da problemática e além de veiculo mobilizador de legislação junto aos nossos governantes.

 

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4 - Cenas e Imagens Pornográficas: faça você mesmo
Coordenadores:
Fernando Matos e Fátima Regina Almeida de Freitas
Oficina que tem por objetivo discutir imagens pornográficas e oferecer, por meio de técnicas fotográficas e de captação de vídeo, suporte para que @s participantes experimentem na prática o fazer pornográfico e ao fim do oficurso apresentem suas produções e visões em suportes e linguagens que não os tradicionais para esse tipo de produção.

5 - “Estratégias do homoerotismo: performance e negociação política em O Bom-Crioulo e Onde Andará Dulce Veiga”
Coordenadores:
Carlos Henrique Lucas Lima e Alexandre Cruz de Souza
O curso pretende analisar a representação da identidade homossexual masculina na literatura brasileira em dois romances representativos: O Bom-Crioulo (1895), de Adolfo Caminha, e Onde Andará Dulce Veiga (1993), de Caio Fernando Abreu. Por meio de uma perspectiva comparativista amparada nos estudos queer, pretende-se verificar de que maneira(s) personagens socialmente deslocadas, e daí ?queer? ? tanto no que tange à identidade de gênero quanto à raça/etnia ?, perfomatizam e negociam politicamente sua(s) sexualidade(s) (e por que não etnia?) em dois momentos historicamente marcados e decisivos: final dos séculos XIX e XX. Busca-se, também, evidenciar as possíveis contradições e soluções encontradas por essas personagens no que tange a questões de raça/etnia.

6 - O “nativo” mora ao lado: reflexões teóricas e metodológicas sobre pesquisas urbanas interdisciplinares na área de Gênero e suas implicações éticas
Coordenadores:
Anelise Fróes da Silva e Simone Nunes Ávila
O oficurso abordará questões reflexivas sobre pesquisas contemporâneas em contextos urbanos, partindo do diálogo entre campos interdisciplinares como a Antropologia, a Sociologia e o Direito na perspectiva dos Estudos de Gênero e suas interfaces, e discutirá algumas ferramentas de pesquisa utilizadas e suas implicações, como as redes sociais, blogs, sites, MSN, para além de estratégias metodológicas já reconhecidas e aplicadas, colocando em debate os dilemas metodológicos estabelecidos e renovados no âmbito relacional do encontro entre sujeitos de pesquisa e pesquisador (a), os limites éticos e as negociações presentes a partir de uma maior proximidade entre quem pesquisa e quem é pesquisado.

 

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7 - Racismo e Sexualidades
Coordenador:
Osmundo Pinho (em colaboração com Ana Cristina Santos) Negra Cris
A atividade pretende favorecer a reflexão crítica sobre a intersecção de determinantes raciais e de classe para a produção de desigualdades e hierarquias na esfera das identidades, práticas e discursos sexuais. No sentido de qualificar o debate e fornecer instrumentos para reflexão, apresentaremos, em formato expositivo, dados e proporemos ferramentas conceituais sobre a temática referida, assim como conduziremos atividades interativas de cunho participativo, no formato de dinâmicas de grupo.

8 - As relações de gênero e a ordem jurídica nacional
Coordenador:
Anderson Eduardo Carvalho de Oliveira
Destinado a alunos de áreas diversas das ciências jurídicas, mas que sentem necessidade de acumular um conhecimento elementar acerca dos principais direitos resguardados por nossa ordem jurídica pátria, o presente minicurso tem como proposta trabalhar as principais questões jurídicas relacionadas aos estudos de gênero, perpassando prioritariamente pelas searas dos direitos constitucionais, civis e penais. Serão tratadas questões atinentes a famílias, congujabilidades, adoção, violência de gênero, aborto, dentre outras. Como metodologia, aulas expositivas e dialogadas com os participantes, dinâmicas e exibição de vídeos e imagens.

9 - VISÕES JUDICIÁRIAS SOBRE SEXUALIDADES E ESTILOS DE GÊNERO DISSIDENTES NOS ANOS 80
Coordenador:
Rita de Cassia Colaço Rodrigues
Abordagem panorâmica sobre os modos de recepção da homossexualidade e transexualidade por uma Corte Judiciária brasileira nos anos 80, em casos submetidos a decisão administrativa e judicial - assalto; exercício da função pública; guarda provisória de menor; conjugalidade (“sociedade de fato”). Objetiva discutir temas relacionados ao direito e ao sistema judiciário, aproximando e estimulando @s partícipes a desenvolverem pesquisas privilegiando em suas fontes os autos de processos e procedimentos judiciais.

10 - Pornô: história e representações de sexo, corpo e gênero
Coordenadores:
María Elvira Díaz-Benítez (Pagu – Unicamp) e Jorge Leite Jr. (Universidade Federal de São Carlos)
Este oficurso tem como finalidade debater sobre pornô. Começaremos com um percorrido explicativo sobre o que tem sido considerado pornografia, o surgimento sócio-histórico do conceito. Posteriormente, analisaremos a associação entre as chamadas “perversões sexuais” e os “corpos anormais” com o segmento de mercado considerado como pornô bizarro, com o propósito de examinar valores de tipo moral e estético associados a esta representação.O oficurso visa também discutir sobre a atual dinâmica de produção de filmes pornô no Brasil: quem são as pessoas, como está organizada socialmente a atividade, quais são os enunciados sobre sexo e gênero contidos nos filmes, assim como outros marcadores sociais de diferença, tais como raça; quais são os valores morais que, neste universo, determinam o estabelecimento de uma carreira. A relação entre conservadorismo / transgressão, violência / prazer e economia / entretenimento serão fios condutores do debate.

 

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11 - Da pedagogia crítica às pedagogias do corpo: um debate sobre raça, gênero, sexualidade e educação
Coordenador:
Marco Túlio de Urzêda Freitas
Este oficurso tem como principal objetivo promover um debate sobre as questões de raça, gênero e sexualidade na educação, tanto no que se refere às práticas de ensino quanto à formação de professores/as. Amparado pelos pressupostos teóricos da pedagogia crítica (FREIRE, 2005), das práticas e políticas de letramento (BRITTO, 2003), da formação crítica de professores/as (GIROUX, 1997; CONTRERAS, 2002) e dos estudos sobre identidade, raça, gênero, sexualidade e educação (LOURO, 1997; GOMES, 2003; SILVA, 2007; JUNQUEIRA), pretendo levar os/as participantes a refletir sobre como a sala de aula pode se tornar um espaço de problematização dos discursos racistas, sexistas e homofóbicos que segregam, violentam e classificam nossos corpos em âmbito social.

12 - HOMOEROTISMO NA COLôNIA: A PRIMEIRA VISITAÇÃO DO SANTO OFÍCIO A BAHIA EM 1591
Coordenador:
Paulo Jorge Rodrigues
Propõem-se neste trabalho (OFICURSO), analisar e refletir sobre as relações históricas de gênero no Brasil, delimitando-nos as relações homoeróticas confessas e ou denunciadas, tomando por base as investigações da primeira visitação do Tribunal do Santo Ofício a Bahia em 1591. Para tanto, na primeira parte trataremos dos marcos históricos que levaram a instituição da Inquisição na Europa; em seguida, a ampliação jurisdicional a Colônia e suas metas; por fim, o homoerotismo e análise de alguns casos confessos e ou denunciados.

13 - Concepção do movimento LGBTT e o novo movimento estudantil
Coordenador:
representante do GT de opressões da ANEL
A idéia da atividade é discutir as concepções do movimento LGBTT tem acumulado a partir da ANEL (Assembléia Nacional dos Estudantes livre) juntamente com estudantes de diversas universidades de todo o país visando avançar na construção de um movimento estudantil que combata cotidianamente qualquer tipo de opressão.

14 - Lescine
Coordenadora:
Lidiane Nunes de Castro
Exibição de trechos de filmes de caráter lesbiano desde os primórdios do cinema, utilizando como exemplo “A Caixa de Pandora”, “Marrocos” e “Rainha Christina”, dentre outros, e discutindo os ícones lésbicos da época, a “Berlim Imoral” e a “Cidade do Pecado” hollywoodiana. Será abordado em seguida o filme “Senhoritas em Uniforme”, primeiro filme a retratar uma história de amor entre duas mulheres, e os filmes feitos na época da censura nazista na Alemanha e do “Código Hays” nos Estados Unidos. Serão então exibidos os filmes do período após o final da censura até os mais atuais, fazendo uso dos diversos filmes realizados ao longo dessa trajetória cinematográfica que se enquadram na lógica de “crime e castigo” e outros que dela fogem.

15 - A Construção Midiática da Identidade Homos-sexual
Coordenadores:
Cristhian Fernando Caje Rodriguez, Thiago Batista da Rocha
A construção da identidade homossexual através dos tempos. A manifestação da homossexualidade nas artes e na mídia: pintura, escultura, fotografia, cinema, revistas e jornais. A materialização do imaginário simbólico masculino homoerótico e a criação de estereótipos de consumo: homossexualidade e publicidade. Objetivo: Refletir sobre a identidade homossexual a partir da performance histórica de um sujeito que, na quebra de paradigmas e costumes, abre não apenas um espaço econômico enquanto novo consumidor, mas estrutura uma identidade, antes marginalizada pela sociedade e fora do circuito midiático.

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16 - Diversidade Sexual da Escola
Coordenadores:
Alexandre Bortolini, Flávia Sardinha - Projeto Diversidade Sexual na Escola/UFRJ
O oficurso vai discutir os conceitos de sexo, gênero, orientação e identidade sexual e heteronormatividade; sexualidade e escola; violência e discriminação: utilizando-se de dados e relatos de experiências; ética, educação e desigualdades: a escola como agente da transformação ou reprodutora de sexismo, homofobia e heterossexismo. A metodologia se predispõe menos ao aprendizado de conceitos complexos e mais ao debate, principalmente auto-crítico, sobre o contexto escolar e as possibilidades de transformação.

17 - Análise acerca da absorção dos conceitos subjetivos da mídia - 1° episódio do seriado Queer as Folk
Coordenadores:
Rogério Amador de Melo; Heverton Garcia de Oliveira
A linguagem midiática nas suas interfaces produz e reafirma discursos heteronormativos que são consumidos sem questionamentos por parte dos sujeitos, levando a uma consciência “naturalizada” da realidade. Isso não infere apenas na conduta dos indivíduos considerados normais dentro do contexto social, mas também apresenta preponderância nas relações e concepções que os ditos “anormais” têm de si mesmos e dos modos de subjetivação do qual fazem parte. A partir dessas considerações, propomos a análise e problematização desses modos de subjetivação através da apresentação do episódio inicial do seriado: “Queer as Folk”; sendo utilizado idéias disseminadas por Foucalt e Guatarri, como ferramenta.

18 - Instrumentos Estratégicos de Atuação Internacional para Promoção e Proteção de Direitos Humanos de LGBT
Coordenadores:
Bruno Martins Soares, Daniel Leão Sousa, Mariana Septímio, Thiago Coacci Rangel Pereira
Percebe-se que o sistema jurídico nacional apresenta deficiências e resistências relativas a casos de violação de direitos de LGBT, especialmente em casos de violência. Em situações nas quais o Estado demonstra ineficiência para reparar violações de direitos humanos, o direito internacional pode ser acessado para suprir essa carência. Assim, o oficurso ofertado demonstrará a acessibilidade (mesmo a pessoas sem formação jurídica) ao Sistema Interamericano de Proteção dos Direitos Humanos (SIPDH), estimulando a demanda internacional de casos de violação de direitos de LGBT. Para tanto, tem como objetivos específicos: (i) apresentar o histórico e a estrutura de funcionamento do SIPDH; (ii) apresentar estratégias, formas e instrumentos de atuação no SIPDH; (iii) demonstrar que a resolução de casos de violação de direitos humanos pelo SIPDH pode gerar benefícios para além do caso concreto individual, promovendo ganhos para toda a sociedade, como a implementação de políticas públicas e legislações direcionadas à proteção e garantia de direitos; (iv) mapear possíveis casos de violação de direitos de LGBT de que @s participantes do oficurso tenham conhecimento, estimulando-@s a demandar junto ao SIPDH; (v) formar parcerias para futuras atuações. O oficurso utilizará uma metodologia essencialmente explanativa, participativa e dialógica. A abordagem não será limitada a uma visão jurídica, mas multidisciplinar, objetivando a inclusão e discussão de outras áreas de conhecimento. Esperamos um público diverso, não constituído apenas por acadêmicos, mas especialmente militantes de movimentos sociais e pessoas que, porventura, tenham sofrido violações.

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19 - A MENTE QUIETA GRITA!!!
Coordenadora:
Lilia Reis
Dividi o oficurso em duas etapas, na primeira (sábado) a idéia é realizar  uma roda da conversa dinâmica para conhecer e descontrair um pouco,  e analizar o conto “ a menina dos fósforos” após a conversa, relaizar um processo de alongamento e imersão nas questões que abrangem as “luzes” e a falta delas em nossa vida. Na segunda parte (domingo)  iremos ao ar livre para respirar e realizar algumas práticas de yoga, na volta ao espaço, explicações e workshop de danças circulares ciganas do mundo para a paz entre os povos, lincando a questão do conto, com o mundo em que vivemos e o foco principal é a questão das diversas formas de diversidade, em especial a sexual .

20 - Sexualidades em cena: CURTAS E INTERPRETAÇÃO
Coordenador:
Bruno Raphael Magalhães da Cunha
A presente oficina visa promover o debate e orientar atividades que versam sobre a temática da sexualidade, tendo como enfoque principal a construção da identidade LGBTT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais). A partir desta oficina dialogaremos sobre a necessidade da construção de instrumentos de intervenção para o espaço do TRANSENUDS - atividade política e cultural que visa promover o debate sobre a (des)construção dos papeis sociais de gênero. Promoveremos como atividade de enceramento um momento destinado para criação de uma cena interpretativa que deverá ser apresentada durante o ENUDS 2010.

21 - Oficina de Iniciação de WenDo
RESTRITO À MULHERES
Coordenador:
Coletivo Feminista de Campinas
WenDo é uma prática de auto-defesa que surgiu no Canadá entre as décadas de 60 e 70, por meio de mulheres de uma família que praticavam vários tipos de artes marciais. Ao ficarem sabendo que sua vizinha havia sido espancada e estuprada dentro de sua casa, vindo a morrer por conseqüência das agressões, elas decidiram organizar um programa que reunisse técnicas fáceis para que as mulheres pudessem usar de forma efetiva e sem necessidade de força ou condicionamento físico.
Assim como o movimento feminista, o WenDo foi se transformando ao longo do tempo e mantém-se em contínua construção. Não se trata somente de um conjunto de técnicas para que as mulheres possam se defender de uma possível agressão. O WenDo é uma prática que permite que as mulheres reflitam sobre a violência de gênero e, assim, aprendam a se prevenir e a se defender. É um espaço de fortalecimento e empoderamento das mulheres. O WenDo é uma prática que se tornou referência para o movimento feminista do Canadá e da Europa e vem sendo amplamente difundida em outras partes do mundo. Na América Latina já existem grupos de referência na Argentina e no Brasil, promovendo oficinas e discussões sobre a questão da violência contra a mulher. A participação na oficina de iniciação de WenDo é restrita à MULHERES.

22 - Brincadeiras e Expressão corporal: Problematizando Gênero e Sexualidade
Coordenadores:
Sérgio Aboud, Rodrigo Lemos Soares, Rosana Pena de Sá, Gabrielle Gomes Ferreira
O Oficurso abordará as problemáticas de gênero e sexualidade na sociedade, incitando os participantes ao debate e a desconstrução das naturalizações e pré-conceitos através de dinâmicas que envolvem brincadeiras, expressão corporal e dança. A oficina está dividida em 5 momentos: 1º Pique-Abraço(Integração); 2º Mímica das Expressões (Teatro do Cotidiano); 3º Demarcando Espaços (Representações Sociais); 4º Trans-dançando ( Invertendo os papéis); 5º Avaliação do Oficurso. A partir dessas atividades, visamos sensibilizar e ao mesmo tempo instrumentalizar os participantes para o trabalho com gênero e sexualidade nos diversos espaços, sejam eles de Trabalho, Lazer ou Educação Formal.

23 - Contato e improvisação
Coordenadora
: Laiany Rose Souza Santos
A oficina de contato e improvisação expressa um técnica corporal de auto conhecimento do corpo, a dismistificação de suas funções e as possibilidades que temos com os movimentos sejam feitos sozinhos ou acompanhados. Retrata também por meio da improvisação um exercício de se deixar locomover pelos sentidos do corpo e não somente com o governo do que pensamos que muitas vezes nos inibe de fazer, direcionar o corpo para onde realmente ele tem desejo.

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24 - Lesbianidades em diálogos: “sombras” ou protagonismos?
Coordenadoras:
Elaine Gonzaga, Pollyanna Marques e Bruna Andrade Irineu
A partir de metodologia participativa visando um processo de construção coletiva e troca de experiências, este oficurso, pensado para um público que se identifique, questione ou atue com questões que inferem as identidades lésbicas, mulheres bissexuais ou que se relacionem com mulheres e não deseja atrelar-se as identidades citadas, pretende discutir sobre o “trânsito” das lesbianidades entre as pautas das lutas feministas e LGBT chegando até a construção de uma agenda própria. A partir daí questionamos: quais as demandas lésbicas? Qual o lugar destas demandas no cenário das políticas públicas nacionais? Quais as possibilidades de protagonismo nos espaços de militância em diversidade sexual universitário?

25 - O que interessa na pornografia?
Coordenadora:
Natalia Soares de Oliveira
A discussão sobre a pornografia e seus diversos conteúdos é antiga e espinhosa. Nos anos 80 feministas norte-americanas, se dividiram em lados opostos. Um grupo percebia na pornografia perigo, perversão e principalmente violência para as mulheres envolvidas. O outro grupo pensava na liberdade de expressão das mulheres que participavam e consumiam.  Entre radicais e conservadoras, submissas e ativas o mercado pornô envolve as mulheres. Somos ao mesmo tempo meras peças sem autonomia e donas do jogo. E aí, como somos nós no pornô? Como é representada a sexualidade lésbica e bissexual? A pornografia deve  ter limite, censura? Existe uma pornografia que nos interessa? A atividade é um mergulho no universo das representações sexuais e de gênero do universo pornô. Em formado de dialogo, debate e apreciação de videos esse oficurso se divide em 3 partes: 1. Investigação sobre nossa opinião a respeito dos filmes que já assistimos. 2. apreciação de filmes direcionados para o publico heterossexual-masculino e de filmes do chamado pornô feminista. 3. Confronto entre nossas opiniões iniciais e as novas considerações formadas a partir da apresentação dos filmes. Essa atividade investigará as diferenças entre essas duas tendências do mercado pornô atual e nossos desejos e pensamentos sobre esse tema.

26 - A Formação Continuada de Educadores/as em Xeque: Analisando Políticas de Enfrentamento ao Sexismo e à Homofobia na Educação
Coordenadores:
Daniel Arruda Martins (UFMG), Leonardo Tolentino Lima Rocha (UFMG), Alexandre Bortolini (UFRJ).
Partindo das experiências desenvolvidas junto às Universidades Federais de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, propomos a constituição de um espaço para a socialização e a análise crítica de projetos de formação de educadores/as para a promoção do reconhecimento da diversidade sexual e o enfrentamento ao sexismo e à homofobia. A apresentação dos marcos legais, conceituais e práticos que norteiam tais projetos servirá de subsídio para uma análise conjunta dos percursos de formação docente que são propostos. A essas experiências serão contrapostas outras, socializadas pelos demais participantes inscritos, visando à problematização e à proposição coletiva de novas estratégias e metodologias de formação.

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27 - Afetividade, paixão e pecado: Leituras de Derek Jarman e Pedro Almodovar
Coordenadores: Anderson Cunha de Araujo, Lindineia Santos, Uerisleda Alencar Moreira
O presente minicurso propõem-se a: delimitar as noções de afetividade em trechos de Eduardo II, de Derek Jarman, e no Carne Tremula de Pedro Almodovar, e também instigar leituras sobre o (in) possível engajamento dos diretores acerca de noções morais como pecado e paixão em Caravaggio de Jarman e Má Educação em Almodova e b: mostrar a articulação do cinema e as normatizações da morais vigentes, fundamentados na proposta de analise do cinema moderno de Slavoj Zizek, e nas conceitos de Suely Rolnik sobre identidades adiktas.

28 - DR - UMA PERGUNTA PARA CADA RESPOSTA?
Coordenadora: Simone Gonçalves Santos
É uma oficina Dança de Rua que utiliza o estilo de BGIRLING um dos elementos da Cultura HipHop. A partir da tecnica b.girling as e os participantes recebem um estimulo corporal para pergunta e resposta e uma ação e reação para execução dos movimentos em meio a uma disputa ideologica e as contradições em que vivemos. O desafio e superar as dificuldades encontradas tanta para prática e teorica. Esta atividade foi uma proposta desenvolvida no semestre de 2009.2 na Escola de Dança da UFBA na disciplina Laboratório do Corpo III orientada pelos professores Fernanda Passos e Antrifo Sanches para os estudante da turma, a partir dos resultados que obtivemos consturimos coletivamente com outras oficinas que foram oferencidas o espertaculo de Dança intitulado “ Vou lhe mostrar que você não me conhece “ que pode ser conferido pelo Link http://www.youtube.com/watch?v=SdJzDpNdgQM. Este mesmo método de trabalho foi utilizado para o laboratorio de criação para o espertáculo Um Causo que foi apresentada no IV Painel Performatico da Escola de Dança da UFBA e que pode ser visto no http://www.facebook.com/home.php?#!/video/video.php?v=101125453261584.

29 - Roda de Conversa: A Casa de Cultura Fazenda Roseira: Um espaço afro em Campinas/SP
Coordenadora: Alessandra Ribeiro - Liderança da Comunidade Jongo Dito Ribeiro
Nesta roda de conversa, apresentarei os fundamentos do jongo, a história da ocupação na Casa de Cultura Fazenda Roseira e as atividades em desenvolvimento como fomento da cultura afro e afirmação da identidade Negra.

30 - Defesa do Direito a Saúde: determinação social da saúde LGBT e a politica de saúde LGBT.
Coordenadores: DAGEP/SGEP/Ministério da Saúde
A Política Nacional de Saúde Integral de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – LGBT, está embasada nos princípios assegurados na Constituição Federal de 1988 (CF/88), que garantem a cidadania e dignidade da pessoa humana (Brasil, 1988, art. 1.º, inc. II e III), reforçados no objetivo fundamental da República Federativa do Brasil de “promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação” (Brasil, 1988, art. 3.º, inc. IV).Portanto essa Política trás como marca o reconhecimento de que a discriminação por orientação sexual e por identidade de gênero incide na determinação social da saúde, no processo de sofrimento e adoecimento decorrente do preconceito e do estigma social reservado às lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais. Seu objetivo geral é de promover a saúde integral de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, eliminando a discriminação e o preconceito institucional, contribuindo para a redução das desigualdades e para a consolidação do SUS como sistema universal, integral e equânime.Dessa forma a efetiva implantação e implementação dessa Política exige, além de ampla divulgação e discussão com o conjunto da sociedade, também urgentes e imprescindíveis mudanças nos processos de formação dos profissionais, em especial aqueles que atuarão no setor da saúde. A partir dessas argumentações propõem-se uma Oficina para discutir a defesa do direito à saúde, a determinação social da saúde LGBT e as potencialidades e estratégias para a efetivação da Política de Saúde LGBT na perspectiva da formação profissional.

31 - Produção da diversidade sexual: transversexualidades
Coordenador: Jésio Zamboni
Trata-se de fazer desse mini-curso uma oficina, uma possibilidade e provocação à produção. A partir da discussão de Félix Guattari, Gilles Deleuze e Michel Foucault, pretendemos explorar transversalmente a problemática da produção dos sexos no campo social. A proposta é que possamos ler alguns fragmentos dos trabalhos des-ses autores, discutir suas experimentações em meio aos movimentos de diversidade sexual, para que funcionem como intercessores para pensarmos nossas questões contemporâneas relativas à sexualidade, ao desejo e aos prazeres. Pretendemos, ainda, trabalhar com textos literários, operando análises a partir das situações e experiências relatados em contos, novelas, poesias.

32 - O Direito à educação de LGBT
Coordenador: Alexandre Joca(MEC) e Adriano Costa(MEC)
O oficruso“O Direito à educação de LGBT” pretende fomentar o debate junto a educadores/as de Campinas no intuito de gerar subsídios para os processos de formação continuada dos/as profissionais da educação contribuindo, por meio do acesso a saberes acerca da diversidade sexual, no desenvolvimento de habilidades e competências no campo do enfrentamento a preconceitos e discriminações por orientação sexual. Para isso o OFICURSO abordará a educação e sua interface com a orientação sexual na perspectiva de sua diversidade.

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Apresentação